COMUNICADO ASSOCIATIVO No. 7 PDF Imprimir e-mail

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COMUNICADO ASSOCIATIVO


NOVO FUNCIONAMENTO DOS PARQUES DE CAMPISMO

DURANTE O ESTADO DE CALAMIDADE


Como é do conhecimento da maioria dos associados, nomeadamente, dos utentes em regime de permanência, com a publicação do Resolução do Conselho de Ministros n.º 38/2020, de 17/05, os Parques de Campismo, até então suspensos de funcionamento, passaram a poder funcionar desde que respeitem determinados critérios previstos na Lei e, não menos importante, cumpram as diretivas previstas por diversas entidades administrativas, nomeadamente: a Direção Geral de Saúde (DGS) e a Secretaria de Estado do Turismo (SET).

Pela leitura do art.º 19 do diploma legal acima identificada, fica a ideia de que os Parques de Campismo podem começar a funcionar até ao máximo de dois terços da sua capacidade legalmente fixada. Desde logo há que perceber que capacidade legalmente fixada e capacidade máxima de alojamento são realidades diferentes.
A primeira foi fixada pela SET, segundo critérios regionais e ambientais à data da sua fixação; e a segunda, representa a capacidade efetiva ou real, sendo que a última não pode, no mesmo momento, ser superior à primeira.

Não obstante, e conforme se disse, há que conjugar a limitação da capacidade de alojamento com as demais diretivas impostas, sendo a mais importante, a capacidade de resposta dos blocos sanitários face à limitação da sua utilização e critérios de higienização.

Ponderadas, que foram, as diversas contingências impostas para o exercício da atividade campista, o Conselho Diretivo, à semelhança de tantas outras entidades congéneres, calculou ser possível o cumprimento integral das regras com uma utilização máxima de 50% da sua capacidade de alojamento efetiva.

Um número superior a este teria como consequência o incumprimento das regras a que está obrigado e, não menos preocupante, tempos de espera para acesso aos blocos sanitários perfeitamente inadequados. Obviamente, que esta contingência não se coloca em materiais campistas de alojamento complementar, bungalows, mobilhomes e residenciais, por possuírem instalações sanitárias próprias.

Chegados a este ponto teria de ser criado um critério para a sua aplicação, atendendo a princípios de equidade e exequibilidade.
Assim, foi concebido um sistema de utilização, distribuído equitativamente pelos utentes em regime de permanência, utilizando a divisão par e ímpar do seu número de unidade de alojamento campista, partilhando, estes, períodos de estadia semanais e quinzenais de acordo com um calendário pré-estabelecido.

Desde logo se reconhece que tal divisão não seria do agrado de todos por motivos vários, nomeadamente, a expectativa quanto a férias programadas.
No entanto, poucas soluções se apresentavam como alternativas em termos de execução e equidade, princípios norteadores da decisão, e, menos ainda, que conseguissem assegurar os limites impostos para o adequado funcionamento do parque.

Todavia, estabelecidas as regras de utilização dos parques, como se disse, por critério de número de unidade, nada impede que, por conveniência de disponibilidade dos seus utentes, entre si, possam trocar os períodos que lhes estão destinados.
Nesse sentido, qualquer utente poderá, entre os demais utentes do mesmo parque, trocar entre si, os períodos de estadias que lhes foram atribuídos.
Tais trocas ou meras cedências garantem os limites e princípios acima enunciados e devidamente justificados.

Ainda assim, poderá certamente haver situações que, devido à sua excecionalidade, necessitem de ser apreciadas e ponderadas individualmente.
Para estas situações de exceção, será também disponibilizada uma minuta-tipo, onde o sócio requerente poderá apresentar, fundamentar e comprovar os motivos que considerar justificativos à exceção da regra de distribuição dos períodos de estadia.

Cumpre ainda informar que, administrativamente, com início a 01/06/2020, a entrada e permanência nos parques será assegurada com cartões exclusivos e identificativos para cada período de estadia, constituindo estes, os únicos títulos válidos para acesso e permanência no parque.
Os novos títulos de acesso, com validade fixada para cada período de estadia, serão entregues aos seus utentes por troca dos respetivos Cartões de Utente válidos.
Esta troca de cartões será realizada uma única vez por cada período de estadia, imperativamente pelos serviços da receção do parque e exclusivamente durante o horário de funcionamento destes.
Os Cartões de Utente serão devolvidos no fim do período de estadia, no limite até ao último dia fixado para cada período, pelos serviços de receção e, ou, portaria do parque, consoante o horário de saída dos utentes.
É aplicado aos novos cartões, quanto ao seu eventual extravio ou uso fraudulento, as mesmas regras e procedimentos consagradas para os Cartões de Utente.

No que respeita aos utentes que, por carência habitacional, permaneceram nos parques, mesmo durante a suspensão do seu funcionamento, ao abrigo do Despacho n.º 3547/2020 de 22/03, não tendo este diploma sido revogado nem as razões por si evocadas sido alteradas, é decidido que devem, sobre compromisso de honra, apresentar uma nova declaração, com obrigação de renovação mensal. Na nova declaração devem assumir que a sua residência, em razão de carência habitacional temporária, é o parque de campismo, aceitando, por esse uso abusivo, um acréscimo em 50% do valor mensal atribuído ao material campista. Nestas condições e pelas razões identificadas no início do parágrafo, estes utentes não ficaram sujeitos às regras de rotatividade definidas para a reabertura da prática campista.

Por fim, um desabafo. Vivemos tempos únicos, onde nos foi limitada a nossa liberdade de circulação, de trabalho, de sociabilização, de cuidados de saúde, como tantas outras que poderemos enumerar, tudo por prevenção a um mal maior e onde, com concordância ou sem ela, tivemos de aceitar e respeitar.
Todavia, verificamos com frequência, uma intolerância de alguns utentes a qualquer limitação que seja anunciada pelo Conselho Diretivo, mesmo quando esta resulta, exclusivamente, de imposições ou obrigações legais. Situação que lamentamos profundamente e que não podíamos deixar de fazer a devida nota..


Lisboa, 23 de Maio de 2020

O Conselho Diretivo
  

 
COMUNICADO ASSOCIATIVO N.º 6 PDF Imprimir e-mail

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COMUNICADO ASSOCIATIVO N.º 6/2020
REABERTURA DOS PARQUES DE CAMPISMO

O Conselho Diretivo informa que, foram realizadas diversas reuniões com a Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, com a Secretaria de Estado do Turismo, com a Direção Geral de Saúde e com os Clubes com Parques de Campismo no Sul, a saber: CCLisboa; CCCAlmada; SFUAPiedense e CCSetúbal.

Nessas reuniões ficou acordado a reabertura dos seus parques de campismo para o dia 25 de maio de 2020, segunda-feira, de forma faseada, em cumprimento com as diversas limitações e condicionantes legalmente estabelecidas.

Nesta primeira fase de reabertura, conforme legalmente disposto, haverá, entre outros, limitação na lotação dos parques e respetivos blocos sanitários. As áreas comuns, com exceção da restauração que funcionará com as regras específicas para esta atividade, permanecerão encerradas, nomeadamente, salas de convívio, salas de jogos, parques infantis, fogo-de-campo, zonas desportivas e piscinas.

Assim, nos termos das condições e limitações, legalmente em vigor, o Conselho Diretivo deliberou, quanto à entrada e permanência de utentes nos parques, com exceção das unidades de alojamento complementares, que:

- No período compreendido entre 25 de maio e 28 de junho, a permanência máxima é de 1 semana de calendário, com entradas de 2.ª feira a domingo iniciando-se, exclusivamente, para utentes com número de unidade ímpar, alternando, na semana seguinte, para utentes com número de unidade par. No período compreendido entre 29 de junho e 30 de agosto, a permanência máxima é de 2 semanas de calendário, com igual critério de alternância, no que respeita aos números ímpares e pares, de unidades.

Esta solução respeita os limites impostos e será revista e adaptada sempre que a Lei o permitir.

O acesso e permanência nos parques obriga, sob pena de abandono imediato das instalações e instauração de procedimento disciplinar, a:

• Uso de máscara ou viseira (exceto dentro da sua unidade);
• Possível medição, sem registo, da temperatura corporal de cada utente;
• Exibição do Cartão de Utente com o selo mensal válido;
• Cumprimento do afastamento social, nomeadamente na utilização dos blocos sanitários e lava-loiças e zona de tanques de lavar a roupa;

Informa-se ainda que:

• Durante o corrente ano, não se realizarão quaisquer tipos de eventos;
• As proteções climáticas (vulgo laterais) vão permanecer em baixo;
• A entrada no parque, nas condições acima descritas, é exclusiva a portadores de Cartão de Utente válido do parque;
• Em cada Parque, as entradas e saídas de utentes, será realizada num único local de acesso;
• Não são autorizados almoços nem jantares convívio;
• Cada bloco sanitário terá uma lotação específica, a partir da qual, os utentes terão de esperar fora das instalações, e permanecerão encerrados durante a sua higienização e desinfeção;
• Nas receções de cada parque existem, para venda, máscaras de proteção;

Será ainda ponderada a elaboração de um Guia de Boas Práticas, emanada da Direção-Geral de Saúde, que tornaremos mais específico, no âmbito do desenvolvimento da atividade campista face à situação epidemiológica, onde, entre outros, se regulamentará, com maior pormenor, as condições de acesso e permanência no interior dos parques de campismo.

Lisboa, 19 de maio de 2020                                                                                           

                                                                                    O Conselho Diretivo

 

 
FCMP Comunicado Reabertura PDF Imprimir e-mail

A Federação de Campismo e os Clube que têm parques de campismo, têm vindo a realizar diversas reuniões com a Secretaria de Estado do Turismo, com o objetivo de conhecer a data da abertura dos parques de campismo e quais as normas com que nos vamos reger.

Da última reunião havida, resultou no Comunicado abaixo e aguardamos, com natural expectativa o manual de boas práticas a emanar da Secretaria de Estado para efetuarmos as necessárias adaptações.

Obrigado.

Lisboa, 17 de maio de 2020
O Conselho Diretivo

 

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Companheiros PDF Imprimir e-mail

“Companheiros”

Palavra que, para além do seu comum significado, aquele que compartilha o espírito a amizade, a dedicação comum e o pão, identifica os Associados do nosso Clube há aproximadamente 80 anos.

Vivemos tempos únicos onde, pela primeira vez desde a nossa existência, estamos impossibilitados de praticar a nossa tão querida atividade campista, desfrutar livremente da natureza, do convívio associativo, numa palavra, do Companheirismo, que tão bem nos sabe e caracteriza.

O nosso Clube, que já viveu tempos complexos e difíceis, sobreviveu ao regime totalitarista do Estado Novo, a crises económicas, certamente, sobreviverá, também, a este insólito e repentino período de ameaça coletiva que a todos, sem exceção, afeta.
Tal longevidade e resistência, encontra razão naquilo que nos define, ou seja, no nosso DNA: “Companheiros”.
Enquanto for este o espírito orientador sobreviveremos a qualquer adversidade que se nos depare, por isso, o antigo lema: “Um Campista nunca guincha”.

Temos a consciência que perante a insólita e incerta época que vivemos, as decisões, orientações e medidas conduzidas pelo Conselho Diretivo, podem não ser da inteira compreensão ou agrado de alguns Companheiros mas, encontramo-nos de consciência tranquila de que foram as que, no momento e com a informação disponível, melhor se ajustaram à continuidade e subsistência futura do nosso grande Clube.

Cumpre assim, neste momento, em nome do Conselho Diretivo e restantes Órgãos Sociais, enviar um voto de reconhecimento a toda a massa associativa pelo esforço coletivo em manter “vivo” o nosso Clube de Campismo de Lisboa e apelar à serenidade, pois: Juntos, Vamos Vencer!

Por fim mas não por último, porque o dia de hoje é também uma efeméride, uma palavra muito especial para as Mães, geradoras da humanidade, incansáveis “Companheiras” que, neste particular momento, sem folga nem qualquer descanso cuidam das suas casas e famílias.
Este reconhecimento estava agendado, como é já tradição, na Sessão de Encerramento do Acampamento Anual do nosso CCL que, pelos motivos conhecidos, não foi possível realizar, impondo-se assim, agora de forma reforçada, o nosso firme aplauso pelo incansável trabalho e dedicação das nossas “Companheiras”.

A todos sem exceção, um sincero Bem-Hajam!

Lisboa. 03 de maio de 2020
O Conselho Diretivo

 
Info Utentes - Contadores de Energia PDF Imprimir e-mail

INFORMAÇÃO AOS UTENTES

INSTALAÇÃO DE CONTADORES DE ENERGIA ELÉTRICA

Verificada a proliferação de notícias sem qualquer correspondência com a realidade, num comportamento que só encontramos razão na condenável e deplorável tentativa de destabilizar a tranquilidade dos demais utentes, aproveitando o momento de instabilidade e intranquilidade vigente, que a todos afeta, serve a presente para esclarecer o assunto concerne à instalação individual de contadores de energia elétrica:

Encontra-se em curso, por parte dos serviços do clube, a instalação de contadores individuais de energia elétrica, colocados nos armários de distribuição de energia disponíveis para cada unidade de alojamento campista (UAC).

Esta medida, na presente fase visa, tão somente, permitir uma avaliação mais precisa dos consumos energéticos do parque, sem qualquer custo adicional para os respetivos utentes.

Aliás, como é do conhecimento da maioria dos utentes, a instalação de contadores individuais, é uma medida anunciada em pretéritas Assembleias Gerais e prática recorrente na instalação de novas unidades de alojamento campista.

Não obstante a presente fase de avaliação e monitorização, informação indispensável para uma correta e responsável gestão numa perspectiva, não só de equidade, justiça e melhoria do conforto, mas também de promoção de uma utilização individual responsável, será possível, após a devida caracterização dos utentes e suas necessidades energéticas, fornecer mais potência desde que tecnicamente seja possível.

Lisboa. 03 de maio de 2020
O Conselho Diretivo

 
Nota Explicativa - Comunicado no. 5 PDF Imprimir e-mail

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NOTA EXPLICATIVA

AO COMUNICADO N.º 5

Para efeitos no previsto no n.º 1 do Comunicado Associativo n.º 5, de 19/04/2020 esclarece-se, quanto à isenção naquele ponto prevista, que as Unidades de Alojamento Campista (UAC) permanecem e permanecerão, de acordo com a vontade do seu titular, instaladas no parque de campismo.

Todavia, por força da imposição legal que suspendeu a atividade campista, os titulares e averbados encontram-se privados do seu uso.

Assim, foi considerada a isenção dos valores respeitantes a pessoas (titular e averbado) na composição final do valor mensal da estadia.

Sabendo que cada averbado adicional, nos regimes de permanência denominados de “Zona Livre” (ZL) e “Zona de Acampamento Especial” (ZAE), tem um custo mensal de €4,50, este mesmo valor será também aplicado ao titular e ao primeiro averbado, caso exista, na redução do valor mensal da estadia. Já no regime de permanência denominado de “Contratual” é aplicado o mesmo cálculo, tendo em consideração que o valor de cada averbado adicional é de €10,00.

A título de exemplo, apresenta-se as seguintes simulações:

Exemplo 1: UAC em regime de ZL ou ZAE, composta por titular e 4 averbados, terá uma redução de €22,50 (4 x €4,50 - averbados) + €4,50 (titular);

Exemplo 2: UAC em regime de ZL ou ZAE, composta unicamente pelo titular, terá uma redução de €4,50;

Exemplo 3: UAC em regime Contratual, composta por titular e 4 averbados, terá uma redução de €50,00 (4 x €10,00 - averbados) + €10,00 (titular);

Exemplo 4: UAC em regime Contratual, composta unicamente pelo titular, terá uma redução de €10,00.

 

Lisboa, 20 de Abril de 2020

O Conselho Diretivo
  

 
COMUNICADO ASSOCIATIVO No. 5 PDF Imprimir e-mail

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COMUNICADO ASSOCIATIVO


MEDIDAS EXTRAORDINÁRIAS E TEMPORÁRIAS DURANTE O PERÍODO DE SUSPENSÃO

DO FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE CAMPISTA NOS PARQUES DO CCL

O Conselho Diretivo do Clube de Campismo de Lisboa, decorrido cerca de um mês após o Despacho do Conselho de Ministros que suspendeu o funcionamento dos parques de campismo, em consequência do surto pandémico Covid-19, reuniu-se em 17/04/2020, por videoconferência, com o objetivo de avaliar, ponderar e deliberar soluções que, perante os seus sócios/utentes em regime de permanência, contribuam para a mitigação dos impactos causados pela suspensão da atividade campista nos seus parques.

Assim, considerando que:

  1. Foram adotadas todas as medidas de gestão e contenção económica possíveis, nomeadamente, as medidas excecionais disponibilizadas pelo Estado, que incluem, entre outras, a colocação de alguns dos seus colaboradores em regime de lay-off parcial, bem como, dispensados ou suspensos alguns serviços prestados por empresas externas ao Clube;

  2. Foram suspensas todas as atividades culturais, desportivas e recreativas;

  3. Foram, igualmente, suspensas ou reduzidas, as obras, intervenções, aquisições e deslocações não urgentes;

  4. Se procedeu à adaptação das instalações e serviços não essenciais, adequando-os à redução do número de campistas existentes nos parques, abrangidos pelo Despacho governamental;

  5. Desde a suspensão do funcionamento dos parques, a redução, em período homólogo, dos consumos de eletricidade, água e gás, não é financeiramente significativa. A menor permanência de utentes neste período do ano, um maior consumo por parte dos utentes que permanecem nos parques e, por último, a verificação que a esmagadora maioria das unidades de alojamento permanecem ligadas à rede elétrica, com o consequente consumo dos equipamentos que nelas se encontram em funcionamento (ex. frigoríficos, luzes temporizadas, etc.), justificam o fraco decréscimo verificado.

  6. A permanência de alguns sócios/utentes, por força do Despacho n.º 3547/2020, de 22/03, da responsabilidade do Gabinete da Secretária de Estado do Turismo, no interior dos parques da Costa da Caparica, Melides e Ferragudo, obriga a um acréscimo de custos de funcionamento, nomeadamente, para o reforço dos cuidados de limpeza e desinfeção, bem como para a recolha seletiva de resíduos orgânicos, impostos pela Direcção Geral de Saúde, Autarquias e Autoridades de Proteção Civil;

  7. Após o passado dia 20/03/2020, por força da Lei, os sócios/utentes, com exceção dos mencionados no considerando anterior, viram-se impedidos de usufruir das suas unidades de alojamento campista.


Deste modo, o Conselho Diretivo deliberou:

  1. A isenção de pagamento das verbas que respeitem a titulares e averbados, a refletir no valor da próxima estadia mensal, para todas as unidades de alojamento campista em regime de permanência.

  2. Por questões de segurança, a obrigatoriedade de desconexão elétrica à rede interna do parque, de todas as unidades de alojamento campista que se encontrem desocupadas, cumprindo, o disposto no Capítulo XIV, ponto 7.6., do Regulamento Geral de Parques. Para o efeito, será dado um prazo de 5 dias úteis, após a publicação do presente Comunicado, para contacto com a respetiva receção. Decorrido este período, os serviços do clube irão proceder à referida desconexão.

  3. Os sócios/utentes que, em virtude de carência habitacional, permanecem no interior dos parques, não se encontram abrangidos pela isenção prevista em 1. e passarão a pagar, além do valor da estadia mensal, uma verba suplementar de 20€. Cumulativamente, será iniciada a instalação de contadores de energia elétrica nestas unidades de alojamento que entrarão em funcionamento, imediatamente, após a sua colocação, tal como deliberado em anteriores Assembleias Gerais do Clube.
    Nota: Lembra-se, que o Ministério da Administração Interna e as Câmaras Municipais continuam o processo de verificação de cada utente instalado, com base nas suas declarações proferidas.


As presentes medidas que foram, igualmente, do conhecimento e concordância dos restantes Órgãos Sociais do Clube, têm efeito imediato sendo, as mesmas, reavaliadas mensalmente, para possível renovação, ajuste ou revogação.

Lisboa, 17 de Abril de 2020

O Conselho Diretivo
  

 
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INFORMAÇÃO

PAGAMENTO DE VERBAS PECUNIÁRIAS

Face à atual emergência de saúde pública e consequentes medidas legislativas que impõem o dever especial de proteção e recolhimento domiciliário, o pagamento de verbas pecuniária em divida para com o Clube, deverá ser realizado preferencialmente por transferência bancária ou, em alternativa, por Vale Postal.

Para o efeito, passamos a fornecer a informação necessária, sendo:

TITULAR (obrigatório para Vale Postal)
Clube de Campismo de Lisboa

ENDEREÇO POSTAL (obrigatório para Vale Postal)
Rua Agostinho Lourenço, n.º 321
1000-010 LISBOA

TELEFONE (obrigatório para Vale Postal)
+351 213583840

NIB
0010 0000 36460260002 79

IBAN
PT50 0010 0000 3646 0260 0027 9

SWIFT/BIC
BBPIPTPL


É necessário, em qualquer pagamento por transferência bancária, identificar na descrição o número de sócio e enviar comprovativo para o e-mail: Este endereo de e-mail est protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript ter de estar activado para que possa visualizar o endereo de e-mail .

 
COMUNICADO ASSOCIATIVO Nº 3 PDF Imprimir e-mail

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COVID-19
ASSUNTO: Suspensão da permanência dos Sócios/Utentes nos parques de campismo

do Clube de Campismo de Lisboa

Tendo em atenção a declaração do estado de emergência pelo Senhor Presidente da República, as medidas legislativas já tomadas, bem como as anunciadas, pelo Governo e as instruções emanadas pelas Autoridades de Saúde, o Conselho Diretivo do CCL, porque sempre se preocupou com as pessoas e com a natureza, deliberou suspender a possibilidade de permanência dos Sócios/Utentes em todos os parques de campismo do Clube, bem como todas as suas demais atividades recreativas e desportivas.

Esta suspensão produz efeitos a partir das 00H00 do dia 21 março 2020 e cessará quando estiverem criadas as condições normais de funcionamento das referidas atividades, como tais reconhecidas pelas autoridades públicas competentes.

• Continuarão em funcionamento os serviços administrativos, de manutenção e de vigilância, existentes nos parques, na medida do indispensável.

• Para esse efeito será facultado, apenas a um utente por cada unidade de alojamento campista, o seu ingresso e permanência nos respetivos parques pelo período máximo de meia hora, mediante agendamento prévio, através dos meios de contacto do seu parque.

• São suspensas, de imediato e por tempo indeterminado, quaisquer obras, novas ou a decorrer, nas unidades de alojamento campista.

• Quaisquer situações excecionais decorrentes desta suspensão deverão ser reportadas ao Clube através dos contactos do seu parque.

Há que evitar ao máximo reações de alarmismo e de pânico!
A nossa vida tem de continuar!
Mas há que evitar ao máximo, também, excessos de confiança e comportamentos negligentes que ponham em risco a nossa vida e a vida dos nossos familiares, companheiros e trabalhadores do Clube.

O Conselho Diretivo do CCL apela à serenidade e ao cumprimento responsável das orientações já emitidas e a emitir pelas Autoridades de Saúde, bem como das medidas legislativas que vêm sendo publicadas, como forma de reduzir ao mínimo possível os efeitos negativos desta pandemia nas nossas vidas.

A prevenção do contágio começa em cada um de nós!

Aguarde com serenidade as informações do Conselho Diretivo!

Todos juntos vamos conseguir que o nosso CCL ganhe mais esta batalha e siga o seu caminho.

Qualquer dúvida ou esclarecimento adicional contacte a receção do seu parque.
 

Lisboa, 20 de março de 2020

 O Conselho Diretivo

 

 
COMUNICADO COVID – 19 PDF Imprimir e-mail

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COMUNICADO COVID – 19
ASSUNTO: O Estado de Emergência foi decretado em Portugal para tentar conter surto de COVID 19
       

O Governo fica com poder de restringir os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, que se mostrem necessárias para a salvaguarda das nossas vidas e para atenuação dos efeitos da pandemia Covid19

Há que evitar, ao máximo, reações de alarmismo e de pânico!

A nossa vida tem de continuar!

Mas há que evitar ao máximo, também, excessos de confiança e comportamentos negligentes que ponham em risco a nossa vida e a vida dos nossos familiares e companheiros.

Na certeza de que o Conselho Diretivo tudo fará para evitar alguma situação de fragilidade social. 
O Conselho Diretivo apela à serenidade e delibera, para já, o seguinte:

1- Sendo as instalações sanitárias um dos principais focos de propagação do vírus, estas ficarão reduzidas ao mínimo indispensável para poderem ser alvo de uma desinfeção rigorosa evitando o contágio;

2- Em qualquer zona do parque, não são permitidas concentrações de utentes, seja a que pretexto for, devendo os contactos pessoais ser reduzidos ao mínimo possível;

3- Qualquer Sócio/Utente que apresente sintomas de tosse, febre ou dificuldade em respirar, deve contactar de imediato a receção do Parque e a linha de Saúde 24 (808 24 24  24) para que se siga o protocolo de isolamento.

A prevenção do contágio começa em cada um de nós!

Aguarde com serenidade novas informações.

Todos juntos vamos evitar que venha a mostrar-se necessária a evacuação do parque.                                                          
                                                                     
                                                                                    Lisboa, 19 de março de 2020

                                                                                          O Conselho Diretivo

 
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